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O que fazer em Olinda

Olinda é uma cidade vizinha de Recife, famosa pelos seus prédios históricos, ladeiras, o frevo e o Carnaval de rua. Para visitá-la, algumas empresas de turismo locais oferecem o City Tour que inclui Olinda e Recife no mesmo dia, mas nós preferimos ir por conta própria e pegamos ônibus do transporte público.

Era um domingo de manhã, a tarifa é reduzida neste dia, e o ônibus que utilizamos estava lotado de passageiros, entre eles turistas e moradores. Não demorou muito e logo chegamos à Olinda. Desembarcamos na parada principal da cidade, a Praça do Carmo.

Estávamos no calçadão observando o mar, que assim como no Recife há placas advertindo sobre o perigo de entrar na água, devido aos relatos de ataques de tubarões na região. Logo em seguida fomos abordados por um garoto, oferecendo para ser nosso guia particular pela cidade. O trajeto seria feito todo a pé, conheceríamos os principais pontos turísticos, e o valor inicial seria de R$70,00 para nós dois, mas ele disse que poderia fazer por R$40,00. Nós não tivemos interesse na proposta, eu já tinha uma ideia dos lugares que queria conhecer e também estava disposta a ir subindo as ladeiras e ver onde iríamos chegar.

Fomos à Igreja do Carmo, localizada na Praça do Carmo. Ela possui uma longa escadaria e lá de cima tem-se uma boa visão da praça. Visitamos apenas o lado externo e depois fomos em direção ao Alto da Sé.

Pelo percurso, passamos pelo o Convento São Francisco. É cobrado uma pequena taxa de visitação (R$3,00), mas preferimos novamente vermos somente o lado externo e continuamos seguindo o nosso caminho.

Chegando ao Alto da Sé, a região mais alta de Olinda, visitamos a Catedral Alto da Sé. A fachada já está um pouco danificada pelo tempo, mas nem por isso perde a sua beleza. Estava sendo celebrada uma missa, mas nós e outros turistas entramos mesmo assim. Há uma saída na lateral do templo que leva à uma área externa da igreja, onde tem um mirante. Achei o local muito agradável, fresco, com bancos para descansar e o melhor de tudo: uma vista maravilhosa do mar, da cidade e ainda é possível ver os prédios do Recife ao fundo!

Saímos da igreja e caminhamos mais um pouco pela Rua Bispo Coutinho. Do lado esquerdo há uma feira permanente chamada de Mercado de Artesanato Alto da Sé. Li na internet que as tapiocas fazem sucesso, mas acabamos não experimentando. Já do lado direito há o Mirante da Caixa d’água, que pelo valor de R$8,00 por pessoa os visitantes têm acesso ao mirante por meio de um elevador panorâmico. Como já havíamos conseguido uma boa vista na Catedral Alto da Sé, pensamos que a visita a este outro mirante não seria tão interessante assim e resolvemos não subir. Mas, podemos estar enganados!

Um pouco mais à frente entramos na Casa dos Bonecos Gigantes de Olinda. O valor do ingresso é de R$10,00 por pessoa e o pagamento só pode ser feito em dinheiro. O estabelecimento é pequeno, a visita é rápida, mas é bem divertida. Na casa estão expostos alguns bonecos gigantes utilizados em carnavais passados. Acho que a maioria deles são inspirados em personalidades locais, porque eu não reconheci quase nenhum. O estabelecimento ainda disponibiliza alguns chapéus e sombrinhas de frevo para ajudar a compor o cenário da foto. Antes de irmos embora, eu perguntei se teria algum banheiro que eu pudesse usar, e a funcionária me recomendou ir à loja Ecological Artesanatos, localizada em frente à Casa dos Bonecos Gigantes de Olinda, e usar os toaletes de lá. A loja é grande e a área externa tem várias plantas. Acabei até encontrando um jabuti por lá! Rsrs

Continuamos nosso passeio, descemos a Ladeira da Misericórdia (a mais íngreme de Olinda), encontramos várias casinhas coloridas na Rua de São Bento e paramos um pouquinho para fotografá-las.

O último local que eu queria conhecer era o Mosteiro de São Bento. Havia lido na internet que ele possui o altar-mor mais rico de Olinda, com muito ouro, mas infelizmente quando chegamos lá estava fechado para o horário do almoço e só iria reabrir na parte da tarde. Tivemos que nos contentar em tirar fotos apenas do exterior mesmo, pois não teríamos tempo para esperar. Pretendíamos ainda explorar o Recife Antigo.

Antes de partirmos, paramos para beber uma água de coco e pegamos o ônibus com destino ao Recife na Praça do Varadouro. Eu não me lembro exatamente quais foram as linhas de ônibus que pegamos, mas tivemos sorte de receber ajuda de pessoas na rua que nos orientaram.

No geral, nossa manhã em Olinda foi boa e tivemos uma noção de como é a cidade, mas para visitarmos internamente as igrejas e demais atrações, seria necessário passarmos o dia inteiro por lá.

No mapa abaixo está destacada a rota do nosso passeio e a localização dos outros pontos turísticos mencionados no post.

Você tem mais alguma dica do que conhecer em Olinda para me contar? Escreva nos comentários!

*OBS 1: Mesmo não sendo um passeio que inclua praias, faz muito calor em Olinda e subir as ladeiras exige esforço. Então, não esqueça de beber água e usar protetor solar.

* OBS 2: Visitamos Olinda em janeiro de 2017 e os valores das atrações citadas no post poderão sofrer alterações.  

 

 

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